Em 2015, muitos produtores paranaenses tiveram problemas com a ferrugem asiática nas lavouras de soja por causa das chuvas. E, em 2016 a chuvarada continua atrapalhando os agricultores. Por isso, a busca por sementes mais resistentes é constante por quem cultiva o grão. Em Guarapuava, na região central do Paraná, o pesquisador Vitor Spader identificou há quatro anos genes relacionados às características de resistência a algumas pragas.

Com as pesquisas, Vitor Spader desenvolveu um grão mais resistente à ferrugem asiática e a algumas lagartas. Além disso, a nova soja pode ser plantada de outubro a dezembro, em regiões frias ou quentes, sendo resistente também à variação de temperatura. “Os estudos indicam potencial produtivo elevado, com genes resistenetas às lagartas, ferrugem e herbicidas com glifosato”, explica o pesquisador.

Na propriedade administrada por Márcio Novatzki foi cultivada experimentalmente esta nova cultivar. A colheita deve ser feita só daqui uns dias, mas ele já prevê bons resultados. “Os ramos estão carregados, a nova soja permite espaçar mais na hora do plantio. Aí, planta-se com neos grãos e tem-se maior quantidade de grãos por pé cultivado. O que barateia a produção”, comenta.

Fonte: http://g1.globo.com/pr/parana/caminhos-do-campo/noticia/2016/03/pesquisador-de-guarapuava-no-pr-aposta-em-nova-semente-de-soja.html

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